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Arquivo de Agosto, 2008

A tua beleza cega-me na tua simplicidade,
A visão não me nega o esplendor do teu charme.
Aos olhos do meu entender, não passas do banal.
No teu ar natural,
Na tua psicologia,
Nada mesmo de anormal.
Ainda me interrogo por que te vejo assim…
Rogo para que a saudade não me mate a mim.

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