“Atinges o auge da paciência, atinges o auge da paciência, atinges o auge da paciência”
Ecoa na minha cabeça esta frase. É incrivel como me dizes tão pouco e como com o tão pouco que me dizes, me dizes tudo.
Eu não, eu falo falo falo e não digo nada. São banais as minhas frases, os pensamentos que ctg partilho sem me peguntares nada. Caio no descrédito, no chato, no ridiculo. Sinto-me uma porcaria, a maior do mundo. Mergulho constantemente num mar escuro só meu e tu já tão farta de mim não olhas sequer para a água para me ajudares,me dares a mão, desististe. Estraguei as boas recordações. Já nem te lembras de como te fazia rir e de como te mimava. Eu fiz questão de estragar tudo. Não sei dar descanso ao meu coração. Não sei parar antes de agir, pensar antes de escrever.
Nenhum abraço conseguiu ainda igualar o teu, tão quentinho que me aquecia a alma. Dou por mim a tentar adormecer a pensar em ti para poder sonhar contigo, sonhar que está tudo bem e sentir-me feliz quando acordo. Nem que por um bocadinho só, até tomar consciência de que estava apenas a sonhar. É lamechas e piroso demais,mas juro-te pelo que mais amo.
Tornei as coisas tão estúpidas, tão forçadas, desculpa-me por isso. Não faço por mal. Nem um bocadinho e disso tu sabes.
Apetecia-me deitar a cabeça no teu colo e ficar assim um tempão, em silêncio, sem dizer nada. É tão melhor quando estou assim, calada. Imagino muitas vezes esse momento, num daqueles bancos do jardim em frente à rocha, sabes?
Porque não desisto eu e te deixo em paz de uma vez? Secalhar era o que me devias dizer logo, para ficar a ecoar dentro da minha cabeça também, até eu perceber de uma vez por todas. Não te ía guardar rancor, nem um bocadinho.
Gosto cada vez mais do que escreves, adorei o texto da molher.
Vou dormir, beijinhoª
Que foto feiaaaaaaa Carol !!!:P
“Atinges o auge da paciência, atinges o auge da paciência, atinges o auge da paciência”
Ecoa na minha cabeça esta frase. É incrivel como me dizes tão pouco e como com o tão pouco que me dizes, me dizes tudo.
Eu não, eu falo falo falo e não digo nada. São banais as minhas frases, os pensamentos que ctg partilho sem me peguntares nada. Caio no descrédito, no chato, no ridiculo. Sinto-me uma porcaria, a maior do mundo. Mergulho constantemente num mar escuro só meu e tu já tão farta de mim não olhas sequer para a água para me ajudares,me dares a mão, desististe. Estraguei as boas recordações. Já nem te lembras de como te fazia rir e de como te mimava. Eu fiz questão de estragar tudo. Não sei dar descanso ao meu coração. Não sei parar antes de agir, pensar antes de escrever.
Nenhum abraço conseguiu ainda igualar o teu, tão quentinho que me aquecia a alma. Dou por mim a tentar adormecer a pensar em ti para poder sonhar contigo, sonhar que está tudo bem e sentir-me feliz quando acordo. Nem que por um bocadinho só, até tomar consciência de que estava apenas a sonhar. É lamechas e piroso demais,mas juro-te pelo que mais amo.
Tornei as coisas tão estúpidas, tão forçadas, desculpa-me por isso. Não faço por mal. Nem um bocadinho e disso tu sabes.
Apetecia-me deitar a cabeça no teu colo e ficar assim um tempão, em silêncio, sem dizer nada. É tão melhor quando estou assim, calada. Imagino muitas vezes esse momento, num daqueles bancos do jardim em frente à rocha, sabes?
Porque não desisto eu e te deixo em paz de uma vez? Secalhar era o que me devias dizer logo, para ficar a ecoar dentro da minha cabeça também, até eu perceber de uma vez por todas. Não te ía guardar rancor, nem um bocadinho.
Gosto cada vez mais do que escreves, adorei o texto da molher.
Vou dormir, beijinhoª