Arquivo de Abril, 2008
Carolina Pinho por Lara Jade
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M de Mulher, M de Micéu e M de “Muinto”
Posted in Uncategorized on Abril 22, 2008 | 1 Comentário »
Na mesa cinzenta da cozinha onde estudava diariamente, mesmo em frente ao fogão, estava eu sentada no topo. Já fim da tarde, esperava ansiosamente que a minha mãe me fosse buscar.
Andava ainda na primária. Terceiro ano julgo eu.
Micéu, era como a chamávamos. Minha tia, minha professora, meu anjo.
Recordo-me da textura e odor das suas mãos, [...]
Frases soltas
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I’m in the kitchen boiling society
Posted in Uncategorized on Abril 18, 2008 | Leave a Comment »
Regras, ordens, condições, normas e deveres, condutas e comportamentos parecem obedecer, nos tempos que correm, a regras estipuladas por terceiros para, utilizando a desculpa do bem comum, obrigarem-nos a nós, seres individuais e singulares, a termos determinados comportamentos, seguirmos a rotina pré-calculada numa fórmula de clausura, que tem como resultado o definhar do ser [...]
RODRIGO LEÃO – A Casa
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Auto-Retrato
Posted in Uncategorized on Abril 15, 2008 | Leave a Comment »
Para as meninas.
Posted in Uncategorized on Abril 14, 2008 | Leave a Comment »
O meu cabelo gosta de andar seco, sente o sabor do vento e conversa com o sol. É puro. Os meus dentes são cuscos. Os meus olhos sinceros e o nariz inspira e sente tudo. As minhas mão sujas, trabalhadoras e meigas. Eles que aguentam sempre comigo, acompanham-me nas caminhadas, [...]
Carolyn Shewkyza – Myself
Posted in Uncategorized on Abril 3, 2008 | 1 Comentário »
Por Carolina Pinho
Frases soltas
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O laser das tuas palavras rasgam-me o “lado lateral” do cérebro.
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É porque ainda sou pequena, de certeza.
Porque ainda julgam que o sou, obviamente.
Seu eu fosse como vocês, eu havia de o ser,
Mas como não sou…
Não passo sequer do eu própria, de certeza.
Obviamente eu, pronome pessoal. Só.
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Analógica. Fotografia: Carolina Pinho
Frases soltas
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A verdade é que o miúdo convencidíssimo que se estava a esconder, envergonhado, apenas tinha as mãos a tapar os olhos.
A TUA PELE DESCALÇA
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“Veio uma onda . A varrer o meu sono .
Caminhava nele como caminho na areia .
Nada me une ou divide. Nada [...]